Foto/Reproducao
Do Metropoles - O câncer de intestino está entre os tumores mais frequentes no mundo e tem chamado a atenção de especialistas pelo aumento de diagnósticos em pessoas mais jovens. A doença, também conhecida como câncer colorretal, está associada a diversos fatores, entre eles hábitos de vida, alimentação e condições metabólicas.
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Apesar da alta incidência, um dos principais desafios no combate ao câncer de intestino é que ele pode evoluir por muito tempo sem provocar sinais claros. Isso faz com que muitos casos sejam descobertos apenas em fases mais avançadas da doença.
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“Ele é silencioso. Nas fases mais avançadas, surgem os sintomas alteração do ritmo intestinal, mudança no padrão das evacuações, afilamento das fezes, presença de muco ou sangue nas fezes, anemia sem causa definida, perda de peso sem explicação e dores abdominais recorrentes”, explica a coloproctologista Geanna Resende, do Instituto Órion do Aparelho Digestivo.
Com o passar dos anos, essas lesões podem sofrer alterações celulares e se transformar em tumores malignos.
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Nesse cenário, a colonoscopia desempenha um papel essencial, pois permite identificar e retirar esses pólipos antes que evoluam para câncer.
Como reduzir o risco da doença?
Obesidade, sedentarismo, alimentação inadequada, consumo excessivo de álcool e tabagismo estão entre os principais fatores associados à doença. Por isso, além do rastreamento, mudanças no estilo de vida são importantes para reduzir o risco de desenvolvimento do câncer de intestino.
Como reduzir o risco da doença?
Obesidade, sedentarismo, alimentação inadequada, consumo excessivo de álc0ol e tabagismo estão entre os principais fatores associados à doença. Por isso, além do rastreamento, mudanças no estilo de vida são importantes para reduzir o risco de desenvolvimento do câncer de intestino.