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Coloproctologista aponta os alimentos que mais irritam o intestino

Publicado em 20/04/2026 16:04

Foto/Reproducao


Do Metropoles - Por vezes descrito como o “segundo cérebro”, o intestino tem como principal função digerir os alimentos. Tubo muscular sinuoso que se estende do estômago ao ânus, o órgão pode ter o funcionamento prejudicado quando há o consumo de determinadas comidas. De acordo com o coloproctologista Danilo Munhóz, três grupos alimentares costumam aparecer com frequência quando o assunto envolve irritação intestinal.

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A lista do médico integra alimentos muito gordurosos e frituras, bebidas alcoólicas e produtos ultraprocessados ricos em açúcar e aditivos. “Essas opções tendem a alterar o funcionamento natural do intestino, podendo provocar sintomas como distensão abdominal, gases, diarreia ou até piora de quadros já existentes, a exemplo da síndrome do intestino irritável“, atesta o especialista, que atende em Brasília (DF).

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Conforme o coloproctologista, não existe um alimento universalmente “proibido”, já que cada organismo reage de uma forma. Ele destaca que, no dia a dia, esses grupos são os que mais se associam a desconfortos digestivos, especialmente quando consumidos com frequência ou em excesso. “Isso é algo bastante comum na rotina moderna”, analisa Danilo.

O especialista detalha sobre as frituras e comidas muito gordurosas retardarem o esvaziamento gástrico. “Podem estimular exageradamente o intestino, levando a desconforto e diarreia”, pontua. Com relação às bebidas alcoólicas, o médico frisa que o álcool tem efeito irritativo direto na mucosa intestinal, além de alterar a microbiota, que é um conjunto de bactérias “boas” com ação no equilíbrio digestivo.

Quanto aos ultraprocessados, Danilo Munhóz explica que o prejuízo decorre da combinação entre açúcares simples, conservantes, corantes e emulsificantes. “Esses componentes tendem a favorecer a inflamação intestinal leve, alteração da flora e aumento da produção de gases, o que explica aquela sensação de inchaço e desconforto após a ingestão frequente desses produtos”, conclui o médico


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