Foto/Reprodução
A telangiectasia, também conhecida como aranhas vasculares, são pequenos “vasinhos” capilares vermelhos ou roxos, finos e ramificados, que surgem na superfície da pele. São mais frequentes nas pernas e no rosto, principalmente no nariz, pescoço, tórax e extremidades superiores e inferiores, sendo mais evidentes em pessoas de pele clara. A telangiectasia é mais comum em mulheres e pode ser um sinal indicativo de alguma doença, como lúpus eritematoso sistêmico, cirrose, esclerodermia e sífilis, por exemplo.
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Estes vasinhos podem ser vistos a olho nu e formam uma espécie de “teia de aranha”. Na maior parte dos casos, não causam sintomas, sendo apenas um incômodo estético. Porém, em algumas mulheres, eles podem gerar dor ou queimação na região, especialmente durante o período menstrual.
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A principal diferença entre os vasinhos e as varizes é o tamanho. Os vasinhos possuem entre 1 e 3mm, sendo mais superficiais, enquanto as varizes têm mais de 3mm e afetam vasos sanguíneos maiores e mais profundos. Um vasinho não pode virar uma variz porque ele atingiu o ponto máximo, mas uma pessoa pode ter ao mesmo tempo vasinhos e varizes.
Quem está observando o aparecimento desses vasinhos no corpo deve consultar um angiologista (especialista no sistema circulatório) para que ele possa avaliar a circulação da região, identificar qual é o problema e sugerir o melhor tratamento. O médico deve identificar os vasinhos, diferenciando-os das varizes, uma vez que os tratamentos são diferentes.
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Alguns fatores que favorecem a formação dos vasinhos nas pernas são:
– Ter casos na família;
– Ficar muito tempo em pé na mesma posição;
– Estar acima do peso;
– Tomar pílula anticoncepcional, usar o anel vaginal ou outro hormônio;
– Ter idade avançada;
– Consumir álcool;
– Fatores genéticos;
– Durante a gravidez, devido ao aumento do volume da barriga e à diminuição do retorno venoso nas pernas.
O diagnóstico de telangiectasia é feito por meio de exames de laboratório e de imagem, que são indicados com o objetivo de descartar doenças relacionadas. Por isso, o médico pode recomendar a realização de exame de sangue, exames para avaliar o funcionamento do fígado, raio-X, tomografia ou ressonância magnética.
Via Metropoles