Saiba
Policial do Rio é afastado após tirar fotos de mulher sem roupas na delegacia
Nos registros, a mulher, que não teve a identidade revelada, aparece completamente nua subindo a escada da delegacia

Publicado em 08/10/2021 20:11 - Atualizado em 08/10/2021 20:11

Mulher aparece completamente nua em delegacia REPRODUÇÃO/RECORDTV


A CGPOL (Corregedoria-Geral da Polícia Civil) instaurou um procedimento para investigar as fotos de uma mulher nua feitas no interior de uma delegacia em Iguaba Grande, na região metropolitana do Rio de Janeiro.

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Um agente da Polícia Civil, lotado na delegacia, foi afastado das funções após ser identificado como o autor das imagens, que estão viralizando nas redes sociais.

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Nos registros, a mulher, que não teve a identidade revelada, aparece completamente nua subindo a escada da delegacia

. Numa outra imagem, ela sai de uma viatura estacionada em frente ao DP.

*Estagiário do R7, sob supervisão de PH Rosa

Entenda o Caso

Uma mulher foi fotografada nua ao sair de uma viatura nas dependências da 129ª Delegacia de Polícia Civil em Iguaba Grande, cidade localizada na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. A imagem viralizou em grupos de mensagens e nas redes sociais na última terça-feira (28).

Em outra imagem, a mulher pode ser vista subindo as escadas da parte interna da unidade, ainda sem nenhuma roupa.

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Legenda: A imagem circulou por grupos de mensagens e redes sociais
Foto: reprodução/WhatsApp

 

Segundo a Corregedoria Geral da Polícia Civil (CGPOL), o caso já está sendo investigado, enquanto o policial envolvido foi identificado e será afastado das funções na corporação.

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Apesar da investigação, a Polícia Civil não relatou quando as imagens teriam sido registradas, se a mulher foi identificada ou qual o contexto dos registros.

SEGURANÇA

De acordo com Margoth Cardoso, presidente da OAB de Iguaba Grande, o caso deve ser levado à Diretoria Estadual de Mulheres da Ordem dos Advogados do Brasil. O objetivo seria garantir a segurança e a privacidade das mulheres em ambientes policiais. 

"Como uma mulher que sofreu violência pode se sentir segura para ir a uma delegacia? Isso não tem cabimento. É inadmissível! A Corregedoria precisa apurar de forma muito severa esse caso", disse Margoth ao portal G1. 


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