Crime
Mulher transexual cearense é assassinada a facadas e jogada de carro em São Paulo
Os responsáveis pelo crime ainda não foram presos. Família de Vitória está preocupada com o translado do corpo

Publicado em 25/10/2021 15:12

Foto/Reprodução


Uma mulher transexual cearense, de nome social Vitória Rodrigues, 31 anos, que trabalhava como garota de programa, foi assassinada a facadas e jogada de um carro em movimento, em São Paulo, na madrugada do sábado (23).

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Os responsáveis pelo crime ainda não foram presos.

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A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) confirmou que policiais militares foram acionados e encontraram uma mulher transexual morta, na Alameda dos Uapes, no Planalto Paulista. O local onde o corpo foi jogado é próximo à Avenida Indianápolis, área nobre da capital paulista. Entretanto, a Pasta não confirmou a identificação.

Vitória Rodrigues morava em São Paulo há 17 anos e trabalhava como garota de programa na noite paulistana. A família da cearense ainda não foi contactada pelas autoridades de São Paulo, mas ficou sabendo do crime por amigas de Vitória.

"No local, os agentes encontraram a vítima (não identificada) no solo, com sangramento. Foi solicitada assistência de equipe do SAMU, que constatou o óbito. O caso foi registrado no 16o DP, da Vila Clementino, e será investigado pelo DHPP. Foram solicitados os exames periciais pertinentes no local e na vítima."
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA DE SÃO PAULO
Em nota

 

Testemunhas contaram que viram a mulher transexual ter o corpo arremessado de um carro que passou pelo local, por volta de 3h do último sábado (23). 

O crime é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil de São Paulo (PC-SP).

TRANSLADO DO CORPO

A família tá péssima. Principalmente minha mãe, que estava em cima de uma cama, medicada, e agora que recebeu a notícia. Ela tá arrasada. Fazia 17 anos que ela (mãe) não via ela (Vitória)"
MICHELE FEITOSA DE SOUSA
Irmã de Vitória

A recicladora Michele Feitosa de Sousa revela à reportagem que a família de Vitória, que mora em Fortaleza, está preocupada com o translado do corpo, para fazer o velório e o enterro. "A gente não tem condição (financeira). É muito alto o custo para trazer de lá para cá", lamenta.

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Do Diario do Nordeste


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