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Gripe ou Covid? Saiba quais as diferenças e semelhanças
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a gripe afeta de forma grave de 3 a 5 milhões de pessoas anualmente no mundo

Publicado em 14/04/2021 09:06

Foto/Reprodução


De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a gripe afeta de forma grave de 3 a 5 milhões de pessoas anualmente no mundo. Destes, são registrados de 250 mil a 500 mil mortes devido à infecção. A população mais suscetível é a idosa e os portadores de doenças crônicas.

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gripe é uma doença viral aguda que atinge o trato respiratório e pode ser causada pelo vírus da influenza (subtipos A H1N1, A H3N2 e os subtipos B).

Já  a Covid-19 é causada pelo vírus o SARS-CoV-2, que foi identificado pela primeira vez em 2019, na China, e desde lá já infectou quase 140 milhões de pessoas no mundo, além de causar quase 3 milhões de mortes.

Formas de transmissão

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Tanto a gripe quanto a Covid-19 possuem a mesma forma de transmissão. Ambas podem ser transmitidas por gotículas (partículas expelidas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar) - daí a importância do uso da máscara cobrindo boca e nariz.

Sintomas

A gripe é caracterizada quando há presença de febre elevada (>38ºC), tosse, dor de garganta, dor de cabeça, calafrios e dores no corpo.

Os sintomas da Covid-19 envolvem febre, tosse, coriza, perda de olfato e/ou paladar, falta de ar, dor de cabeça e até problemas intestinais.

Ambos os vírus podem apresentar sintomas em comum, o que é chamado de síndrome gripal.

"É identificada a síndrome gripal quando o Indivíduo apresenta quadro respiratório agudo, caracterizado por pelo menos dois dos seguintes sinais e sintomas: febre (temperatura axilar maior ou igual a 37,8ºC), calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza, alterações do olfato ou do paladar”, explica Daniela Bergamasco, infectologista do HCor.

Agravamento

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As complicações da gripe podem causar pneumonia (viral com ou sem infecção bacteriana secundária) e síndrome respiratória grave.

A Covid-19 pode causar pneumonia viral, síndrome respiratória grave, trombose, disfunções em outros órgãos como rins (quando a situação é crítica), entre outros. Mesmo após a recuperação, pacientes ainda relatam sintomas como cansaço, falta de ar, problemas cognitivos, dores no corpo, queda de cabelo, etc.

Grupos de risco

São considerados grupos de risco para a gripe crianças menores de 2 anos e idosos com idade superior ou igual a 60 anos, além de pessoas com doenças crônicas, como obesidade e diabetes.

No caso da Covid-19, os grupos mais vulneráveis são pessoas com idade superior a 60 anos e pessoas com doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, obesidade, etc.

Diagnóstico

Ambas as doenças podem ser identificadas com o exame PCR ou teste rápido específico em amostra de secreção respiratória.

 

“Existem painéis virais moleculares em amostra respiratória que podem detectar ao mesmo tempo SARS-CoV-2, vírus Influenza da gripe e muitos dos vírus causadores de resfriados”, ressalta a infectologista.

Formas de prevenção

Ambas as doenças podem ser prevenidas pelo uso de máscara (cobrindo boca e nariz), higiene frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel, distanciamento social, manter ambientes bem ventilados e não tocar olhos, boca e nariz sem higienizar as mãos previamente.

Vacinação

A gripe não possui cura, mas pode ser prevenida ou, pelo menos, ter seus sintomas amenizados pela vacinação, que ocorre anualmente.

A Covid-19 também deve seguir o mesmo caminho, uma vez que a população for vacinada em massa. Por isso, não deixe de receber a sua dose assim que chegar a sua vez.

 

O Brasil oferece atualmente, em ritmo lento, as vacinas Coronavac, do Instituto Butantan, e a vacina de Oxford, da Indústria farmacêutica AstraZeneca.


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