Brasil
Homem atira em companheira, diz que foi assalto e usa escolta para levar vítima a hospital
A polícia trabalha com a possibilidade de ter sido a arma – já levada à perícia - utilizada para matar a jovem

Publicado em 31/01/2022 10:43

Foto/Reprodução


Uma jovem deu entrada, nessa segunda-feira, no Hospital Municipal de Novo Hamburgo porque havia sido baleada no bairro Primavera. Levada pelo marido, Amanda Guerin Miranda, 19 anos, chegou no estabelecimento de saúde em um veículo escoltado pela Guarda Municipal.

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Ela não resistiu aos ferimentos e morreu na emergência. O companheiro, William Renan de Mello, alegou que ela tinha sido vítima de assalto, mas ele foi preso em flagrante: constatou-se que se tratava de um feminicídio.

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Por volta das 16h30min, Mello foi visto colocando uma mulher ensanguentada no carro. Os agentes sinalizaram o trânsito para a vítima chegar o mais rápido ao hospital. Após a confirmação da morte de Amanda, “Ranho”, como o marido é conhecido, conversou novamente com os guardas, que perceberam contradições e versões diferentes.

De volta à casa onde ocorreu o crime, vizinhos relataram que Mello havia atirado em Amanda. No local, havia um revólver calibre 38 escondido, com uma munição deflagrada e cinco intactas.

A polícia trabalha com a possibilidade de ter sido a arma – já levada à perícia - utilizada para matar a jovem.

Ainda no hospital, a Brigada Militar prendeu Mello e o levou à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA). O marido foi indiciado em flagrante por feminicídio.

Ele já tinha antecedentes policiais por ameaça, cumprimento de mandado, desacato, direção perigosa, extorsão, furto qualificado, lesão corporal, lesão corporal culposa, posse de entorpecentes, receptação, roubo de veículo e violar suspensão do direito de dirigir.

A vítima não tinha antecedentes. Os motivos para o assassinato são apurados.

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De volta à casa onde ocorreu o crime, vizinhos relataram que Mello havia atirado em Amanda. No local, havia um revólver calibre 38 escondido, com uma munição deflagrada e cinco intactas.

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Ainda no hospital, a Brigada Militar prendeu Mello e o levou à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA). O marido foi indiciado em flagrante por feminicídio.

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Ele já tinha antecedentes policiais por ameaça, cumprimento de mandado, desacato, direção perigosa, extorsão, furto qualificado, lesão corporal, lesão corporal culposa, posse de entorpecentes, receptação, roubo de veículo e violar suspensão do direito de dirigir.

A vítima não tinha antecedentes. Os motivos para o assassinato são apurados.


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