Foto/Reprodução
A mãe da menina de 11 anos assassinada em Timbó, em Santa Catarina, disse em depoimento ter matado a filha em um “ataque de raiva”, segundo o delegado André Beckman, que está com o Caso Luna desde o fim da última semana.
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Conforme o investigador, a mulher não demonstrou qualquer emoção ao confessar o crime e teria se responsabilizado pelo homicídio ao saber que o companheiro, padrasto de Luna Nathielli Bonett Gonçalves, seria preso temporariamente. Com isso, foi detida também.
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Possível motivação e abuso s€xual
À Polícia Civil, a mulher afirmou que cometeu o crime por uma soma de motivos que a fizeram ficar com raiva da criança.
O primeiro foi que a filha demorou muito tempo para voltar da padaria e, quando voltou, estava sem nenhum produto pedido.
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Além disso, a mãe desconfiava que ela tinha um namorado e que já estava s€xualmente ativa, o que reprovava e não gostava.
“Da questão s€xual, são falas dela, nós não temos comprovação disso ainda. Ela contou também que sofre com crises de pânico e que isso pode ter alterado o humor dela naquele momento”, explica o delegado.
Ainda segundo André, além da possibilidade do padrasto ter participado do assassinato, há suspeita de abuso s€xual contra a menina de 11 anos.
“O médico legista nos apontou que existem elementos que podem indicar violência s€xual, mas estamos aguardando os laudos também para afirmar que sim ou que não. Isso também pode interferir na participação direta do suspeito”, complementa.
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