Triste
Estudante tem parte do corpo queimado durante experimento em escola de Goias
Adolescente foi levada de helicóptero a hospital de urgências em Goiânia e tem estado grave. Outros quatro alunos estavam na sala, mas não se feriram, de acordo com o colégio.

Publicado em 30/11/2021 21:54

Foto/Reprodução


O Corpo de Bombeiros socorreu a estudante Annelise Lopes Andrade, de 16 anos, com queimaduras pelo corpo por causa de um acidente no Colégio Heli Alves, em Anápolis, nesta terça-feira (30). Ela e outros quatro alunos estavam fazendo um experimento quando houve uma explosão, segundo apurou a coordenação da escola.

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De acordo com os bombeiros, Annelise foi levada ao Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia, de helicóptero.

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A unidade de saúde informou, por meio de nota, que a paciente tem "estado geral grave e respira com a ajuda de aparelhos".

Experimento

Coordenador do colégio em que a explosão aconteceu, Marcos Gomes explicou que os alunos do 2º ano estão com aulas remotas durante esta semana e pediram para ir à escola para gravar um experimento de física e química.

Segundo ele, os estudantes foram autorizados a usar uma sala para gravação, mas não avisaram que usariam álcool e nenhum professor ou monitor estava acompanhando a situação.

"Eles disseram que iriam gravar uma apresentação, mas não explicaram o que iriam fazer. Eles disseram que colocaram fogo ao álcool, mas que acharam que não tinha pego. Por isso, foram colocar mais [álcool] e houve essa explosão", detalhou o coordenador.

De acordo com o coordenador, Annelise foi a única que se machucou. Ele disse que funcionários da escola ouviram os gritos e levaram a estudante para o chuveiro até que a chegada dos bombeiros.

Annelise Lopes Andrade, 16 anos, sofreu queimaduras em acidente dentro de colégio — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Annelise Lopes Andrade, 16 anos, sofreu queimaduras em acidente dentro de colégio — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

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Ele explicou ainda que deve consultar o sistema de câmeras de monitoramento da escola para verificar se há imagens do que aconteceu.

A reportagem também pediu uma posição à Secretaria de Estado da Educação (Seduc) sobre o que aconteceu e aguarda retorno.

Do G1

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